«Esqueçamos quem julgamos que somos ! Tudo o que habitualmente fazemos, dizemos, sentimos e pensamos ! Fiquemos disponíveis ! Declaro abolido o mundo e aberta a Função ! A Folia vai começar !»
Os Foliões http://www.youtube.com/watch?v=XOoEQS1zqPU no YouTube
A Fundação Cultursintra apresenta: Folia!Mistério de uma Noite de Pentecostes
Texto: Paulo Borges
Encenação: Rui Mário
Pelo Teatro TapaFuros
«Que a Loucura reine nesta terra de Portugal,
Cheia de gente cinzenta, séria e triste,
A esquecer-se do mal que existe
Com choques tecnológicos,
Consumismo e futebóis
À falta de outras armas em riste ! »
Quinta da Regaleira - Sintra
de 5 de Julho a 8 de Setembro
5ª a Sáb.: 22h Dom.: 20h Últimas Semanas
espectáculo ao ar livre de carácter volante
aconselha-se agasalho e calçado confortável
espectáculo aconselhado para maiores de 12 anos.
Paulo Borges
21 agosto 2007
Noites Mestiças
NOITES MESTIÇAS - MUSIDANÇAS
CABARET MAXIME
23 de Agosto
5ª Feira
23.00 HORAS
Bob da Rage Sense & F.M. (Angola)
Bob Da Rage Sense (vem das suas influências - Bob Marley, Rage Against da Machine e Common Sense), nasceu em Luanda (Angola) em 1982.Em 1994 Bob integra- se na cultura hip-hop somente como ouvinte de grupos como Public Enemy, Beasty Boys, Boogie down productions, entre outros.
(...)
Bob Da Rage Sense já tem o seu álbum “Menos Pão Luz e Água” nas lojas e conta com produções de Sam The Kid e Laton (Kalibrados) e também com participações de Dino (Expensive Soul), Nel’Assassin, Looptroop (Promoe e Supreme, um dos grupos europeus de hiphop mais fortes), Mundo, Maze, Fuse, Sir Scratch, Vui Vui, Laton, Salvaterra entre outros.
“Menos Pão, Luz e Água” provém da sigla – M.P.L.A; “é o que o partido tem dado à população angolana”.
Firmino Pascoal
CABARET MAXIME
23 de Agosto
5ª Feira
23.00 HORAS
Bob da Rage Sense & F.M. (Angola)
Bob Da Rage Sense (vem das suas influências - Bob Marley, Rage Against da Machine e Common Sense), nasceu em Luanda (Angola) em 1982.Em 1994 Bob integra- se na cultura hip-hop somente como ouvinte de grupos como Public Enemy, Beasty Boys, Boogie down productions, entre outros.
(...)
Bob Da Rage Sense já tem o seu álbum “Menos Pão Luz e Água” nas lojas e conta com produções de Sam The Kid e Laton (Kalibrados) e também com participações de Dino (Expensive Soul), Nel’Assassin, Looptroop (Promoe e Supreme, um dos grupos europeus de hiphop mais fortes), Mundo, Maze, Fuse, Sir Scratch, Vui Vui, Laton, Salvaterra entre outros.
“Menos Pão, Luz e Água” provém da sigla – M.P.L.A; “é o que o partido tem dado à população angolana”.
Firmino Pascoal
A Língua Portuguesa e o Castelhano
Mário Soares, antigo presidente português, expôs (dia 4 de agosto), no jornal espanhol El País, que Portugal é três séculos mais antigo do que Espanha., "tem forte identidade cultural e lingüística", sendo que convivemos na Península " com interesses comuns, fortes laços culturais e objetivos convergentes na União Européia, América Latina e em outras áreas", mas, " do ponto de vista português, a integração política peninsular não está próxima nem é desejável para qualquer das partes". Soares estimula " as convergências estratégicas, a solidariedade e a liberdade-nada une mais pessoas e povos".
Fonte:coluna Ângulo de Fora, Sena Santos,Jornalista, Diário de Notícias 18.agosto.2007
Fonte:coluna Ângulo de Fora, Sena Santos,Jornalista, Diário de Notícias 18.agosto.2007
17 agosto 2007
Diálogos Lusófonos
Portugal e Espanha, apesar de pequenos no mapa europeu, possuem enormes geografias culturais e incontáveis mentes brilhantes. Nos meus cinco anos morando entre os dois países pude descobrir isto de perto e ter o prazer de conhecer de perto alguns trabalhos criativos que marcaram e ainda marcam o meu percurso profissional.
No campo da Lusofonia, aquela que acredito ser a comunidade, e ao mesmo tempo, o movimento que busca a união dos povos que têm por afinidade a nossa língua portuguesa, testemunhei a existência de alguns trabalhos em Portugal... seminários, palestras e conversas académicas. Já na Espanha, o respeito e o interesse pela nossa língua , agora na opinião dos meus professores de Salamanca, tem sido gradativamente maior. Para comprovar isto temos programas como o do Banco Santander, Alban (a terminar) entre outros. Os preconceitos também vem diminuindo sensivelmente tendo em conta que estas sociedades estão a mudar e a pirâmide
etária a modificar-se.
Na Espanha Galega os movimentos pró Lusofonia são mais visíveis. Quem tiver a oportunidade de visitar a Universidade de São Tiago de Compostela poderá comprovar isto numa conversa com os académicos, por exemplo.
Em Portugal a Lusofonia é necessária. O despertar da importância na sociedade portuguesa é algo que não só contribuirá para o movimento em si como para os que vivem neste país delicioso, refúgio europeu veraneio e guardião de certos valores que infelizmente não encontro em todos os cantos do meu Brasil. Valores que se perdem com o tempo talvez, valores que aprendemos ou interpretamos de uma forma diferente. Enfim, as diferenças também existem para nos guiar rumo ao que somos, creio.
Em Portugal, Lisboa é negra também (ver livro de Jean Ives Loude); a comida portuguesa é servida com história e com novos sabores; a televisão já não descrimina como dantes, pelo contrário, está unir e a mostrar que a Lusofonia não é uma herança madrasta de tempos de conquista e exploração; o futebol, característica popular de muitos países, transformou, transforma, e se transforma dentro da nação Lusa-Mãe. Felipe Scollari mostrou que alegrias podem ser trocadas através deste esporte: bandeiras nacionais nas janelas portuguesas existentes até hoje em muitas casas, colocadas ali espontâneamente depois do apelo do "estrangeiro" "Felipão" no Euro 2004"... isto não faz pensar? A mim faz, assim como emocionar-me. Emociono-me quando entro numa casa cabo-verdiana e assisto uma telenovela brasileira, uma torcida vibrante num jogo do BenficaXSporting, num bar guineense, ou quando escuto um timorense nas ruas de Coimbra a falar seu dialecto (Tétum) e o português numa conversa animada. Isto é Lusofonia!
A criatividade é uma característica de todos os seres humanos. Direccionada para fins positivos ela pode ser esclarecedora e unificadora. Ela pode ser tudo, e através dela podemos materializar o que nós sonhamos e acreditamos. Procurarei estar mais presente neste fórum, fruto de uma outra mente criativa e sonhadora e composto por mais outras mentes que também criam e recriam a Lusofonia a cada post. Atendendo o pedido da nossa estimada Margarida apresento-lhes a criatividade de apenas mais algumas mentes desta enorme colcha de retalhos lusófonos espalhada pelo mundo, o projecto acaminhodalusofonia.org
Sem mais, despeço-me
Saudações lusófonas
Claudio Vaz
(in, dialogos_lusofonos@yahoogrupos.com.br )
No campo da Lusofonia, aquela que acredito ser a comunidade, e ao mesmo tempo, o movimento que busca a união dos povos que têm por afinidade a nossa língua portuguesa, testemunhei a existência de alguns trabalhos em Portugal... seminários, palestras e conversas académicas. Já na Espanha, o respeito e o interesse pela nossa língua , agora na opinião dos meus professores de Salamanca, tem sido gradativamente maior. Para comprovar isto temos programas como o do Banco Santander, Alban (a terminar) entre outros. Os preconceitos também vem diminuindo sensivelmente tendo em conta que estas sociedades estão a mudar e a pirâmide
etária a modificar-se.
Na Espanha Galega os movimentos pró Lusofonia são mais visíveis. Quem tiver a oportunidade de visitar a Universidade de São Tiago de Compostela poderá comprovar isto numa conversa com os académicos, por exemplo.
Em Portugal a Lusofonia é necessária. O despertar da importância na sociedade portuguesa é algo que não só contribuirá para o movimento em si como para os que vivem neste país delicioso, refúgio europeu veraneio e guardião de certos valores que infelizmente não encontro em todos os cantos do meu Brasil. Valores que se perdem com o tempo talvez, valores que aprendemos ou interpretamos de uma forma diferente. Enfim, as diferenças também existem para nos guiar rumo ao que somos, creio.
Em Portugal, Lisboa é negra também (ver livro de Jean Ives Loude); a comida portuguesa é servida com história e com novos sabores; a televisão já não descrimina como dantes, pelo contrário, está unir e a mostrar que a Lusofonia não é uma herança madrasta de tempos de conquista e exploração; o futebol, característica popular de muitos países, transformou, transforma, e se transforma dentro da nação Lusa-Mãe. Felipe Scollari mostrou que alegrias podem ser trocadas através deste esporte: bandeiras nacionais nas janelas portuguesas existentes até hoje em muitas casas, colocadas ali espontâneamente depois do apelo do "estrangeiro" "Felipão" no Euro 2004"... isto não faz pensar? A mim faz, assim como emocionar-me. Emociono-me quando entro numa casa cabo-verdiana e assisto uma telenovela brasileira, uma torcida vibrante num jogo do BenficaXSporting, num bar guineense, ou quando escuto um timorense nas ruas de Coimbra a falar seu dialecto (Tétum) e o português numa conversa animada. Isto é Lusofonia!
A criatividade é uma característica de todos os seres humanos. Direccionada para fins positivos ela pode ser esclarecedora e unificadora. Ela pode ser tudo, e através dela podemos materializar o que nós sonhamos e acreditamos. Procurarei estar mais presente neste fórum, fruto de uma outra mente criativa e sonhadora e composto por mais outras mentes que também criam e recriam a Lusofonia a cada post. Atendendo o pedido da nossa estimada Margarida apresento-lhes a criatividade de apenas mais algumas mentes desta enorme colcha de retalhos lusófonos espalhada pelo mundo, o projecto acaminhodalusofonia.org
Sem mais, despeço-me
Saudações lusófonas
Claudio Vaz
(in, dialogos_lusofonos@yahoogrupos.com.br )
13 agosto 2007
UM TEXTO NO ROSTO DAS NAÇÕES
DO PONTO EM QUE AS NAÇÕES SE ENCONTRAM... PARTIMOS PARA A DIGNIDADE CULTUAL DOS POVOS
A nossa nação, Portugal, tal como qualquer nação, carrega consigo o peso da influência estrangeira.
A nossa economia, o nosso poder negocial, o nosso comércio, o nosso sistema de cuidados de saúde, o nosso sistema de educação, estão de certa forma pesadamente influenciados por elementos estrangeiros.
É claro que o nosso governo, tal como qualquer outro governo, se encontra da mesma forma sob influência estrangeira.
Nós somos uma nação livre apenas num sentido estreito e, somos sempre jogados como uma bola de futebol em situações e circunstâncias advindas de influência estrangeira. A nossa liberdade e dignidade cultural básica encontram-se sempre sob indevida pressão estrangeira.
O nosso governo é sempre motivado pela consciência colectiva da nação; Quer o compreendamos ou não, está sempre sob influência estrangeira.
Com esta situação, nós que temos o conhecimento para elevar a nação à invencibilidade, sentimos muito desconforto, dia e noite e, sob esta inevitável insustentável influência estrangeira, queremos levantar-nos e fazer tudo o que seja possível fazer para erguer a nossa nação a um alto nível de integração, liberdade e invencibilidade.
eduardo espírito santo
A nossa nação, Portugal, tal como qualquer nação, carrega consigo o peso da influência estrangeira.
A nossa economia, o nosso poder negocial, o nosso comércio, o nosso sistema de cuidados de saúde, o nosso sistema de educação, estão de certa forma pesadamente influenciados por elementos estrangeiros.
É claro que o nosso governo, tal como qualquer outro governo, se encontra da mesma forma sob influência estrangeira.
Nós somos uma nação livre apenas num sentido estreito e, somos sempre jogados como uma bola de futebol em situações e circunstâncias advindas de influência estrangeira. A nossa liberdade e dignidade cultural básica encontram-se sempre sob indevida pressão estrangeira.
O nosso governo é sempre motivado pela consciência colectiva da nação; Quer o compreendamos ou não, está sempre sob influência estrangeira.
Com esta situação, nós que temos o conhecimento para elevar a nação à invencibilidade, sentimos muito desconforto, dia e noite e, sob esta inevitável insustentável influência estrangeira, queremos levantar-nos e fazer tudo o que seja possível fazer para erguer a nossa nação a um alto nível de integração, liberdade e invencibilidade.
eduardo espírito santo
Café Experimental
Menu “Justo” da Semana 13 de Agosto a 17 de Agosto
Segunda Feira
Seitan Guisado com Arroz de Cogumelos Silvestres
Terça Feira
Salada de Fusili “Justo” com Feta, Pesto , Tomate Seco e Azeitona
Quarta Feira
Feriado
Quinta Feira
Ratatouille de Legumes com Couscous
Sexta Feira
Lasanha de Espinafre e Ricotta
Sábado
fechado
http://www.cafexperimental.blogspot.com/
Segunda Feira
Seitan Guisado com Arroz de Cogumelos Silvestres
Terça Feira
Salada de Fusili “Justo” com Feta, Pesto , Tomate Seco e Azeitona
Quarta Feira
Feriado
Quinta Feira
Ratatouille de Legumes com Couscous
Sexta Feira
Lasanha de Espinafre e Ricotta
Sábado
fechado
http://www.cafexperimental.blogspot.com/
03 julho 2007
"Liquefeito Servidor Natural"
Sou o que sou…
Tenho o que tenho…
Vou onde vou…
Chego quando chegar…
No sentido figurado me figuro
Ao tempo estou entregue
Navego pelos mares do destino
Pairo de plano em plano
Regateio ao mínimo sinal
Refilo que nem uma vendedeira
Dou-me às nuvens efémeras do céu
Deixo-me arrastar pelos reflexos dos espelhos
Cavalgo nas cristas de alguns pensamentos esporádicos
Vou levado de ânsias demasiado apressadas
Mostro uma valentia dissimulada por gesticulas faciais
Escudo-me na língua quasi afiada de palavra fácil
Tinjo-me de mil cores misturadas numa só
Uno-me ao Mundo de forma enigmática
Fundo-me em mistérios pouco visíveis
Afundo-me em misérias palpáveis da insensibilidade alheia
Sou servido à Natureza no formato de alimento feito de pó liquefeito…
Escrito em Luanda, Angola, por manuel de Sousa, a 2 de Julho de 2007, em Homenagem aos que trabalham e labutam incansavelmente, para que se atinja maior grau de sensibilidade e consciências Humanas, sobretudo no que toca à conservação do Meio Ambiente e da Mãe Natureza e de sua rica Fauna e Flora…
Tenho o que tenho…
Vou onde vou…
Chego quando chegar…
No sentido figurado me figuro
Ao tempo estou entregue
Navego pelos mares do destino
Pairo de plano em plano
Regateio ao mínimo sinal
Refilo que nem uma vendedeira
Dou-me às nuvens efémeras do céu
Deixo-me arrastar pelos reflexos dos espelhos
Cavalgo nas cristas de alguns pensamentos esporádicos
Vou levado de ânsias demasiado apressadas
Mostro uma valentia dissimulada por gesticulas faciais
Escudo-me na língua quasi afiada de palavra fácil
Tinjo-me de mil cores misturadas numa só
Uno-me ao Mundo de forma enigmática
Fundo-me em mistérios pouco visíveis
Afundo-me em misérias palpáveis da insensibilidade alheia
Sou servido à Natureza no formato de alimento feito de pó liquefeito…
Escrito em Luanda, Angola, por manuel de Sousa, a 2 de Julho de 2007, em Homenagem aos que trabalham e labutam incansavelmente, para que se atinja maior grau de sensibilidade e consciências Humanas, sobretudo no que toca à conservação do Meio Ambiente e da Mãe Natureza e de sua rica Fauna e Flora…
Jaime Cortesão
Jaime Cortesão (Ançã/Cantanhede, 29-4-1884, Lisboa, 14-8-1960), foi um intelectual que, privilegiando concomitantemente a investigação, a reflexão e a acção, ocupou um lugar proeminente na cultura política e na cultura histórica do seu tempo, sobretudo pela afirmação de um duplo combate político e de reavivar a consciência histórica e cívica presente na produção escrita e na acção cultural e cívica. O impulso dinamizador e o sentido da convergência foram os traços mais característicos da sua personalidade. Foi sobretudo um «polarizador de doutrina», um «catalisador» de ideias, como o definiu Aquilino Ribeiro, mais «congraçador» do que «hostilizador dos homens», como o considerou José Rodrigues Miguéis. A partida forçada para o exílio em 1927 levou-o para França e Espanha até 1940 (ano em que regressa a Portugal, tendo sido preso em Peniche e no Aljube), e depois no Brasil até 1957, Cortesão empenha-se em dois combates, nunca relegando a responsabilidade cívica, moral e intelectual: a luta pelo restabelecimento da democracia emPortugal, lutando veementemente contra a Ditadura Militar e o Estado Novo [assim foi em França, com a activa participação na Liga de Paris, 1927-1930; em Espanha, a partir de 1931, com a dinamização do grupo de emigrados republicanos oposicionistas Grupo dos Budas; e no Brasil com outras figuras da oposição democrática: Jaime de Morais, Moura Pinto e Sarmento Pimentel]. O que permanece, ao longo da sua vivência pública, é uma exigência e um ideal de cidadania activa e imperativamente interveniente que o levaram a «militar e participar da luta em todos os campos, não excluindo o político». Esta consciência moral e histórica revê-se na prática de uma pedagogia cívica, imbuída de um imperativo ético e de exigência moral e altruísta, empenhada na formação moral e cívica dos cidadãos, como condição essencial da revitalização da identidade nacional e da democratização efectiva do regime republicano.
adaptado de textos no http://www.instituto-camoes.pt/cvc/figuras/agostinhodasilva.html ,
da autoria de Elisa Neves Travessa.
Margarida Castro
dialogos_lusofonos@yahoogrupos.com.br
adaptado de textos no http://www.instituto-camoes.pt/cvc/figuras/agostinhodasilva.html ,
da autoria de Elisa Neves Travessa.
Margarida Castro
dialogos_lusofonos@yahoogrupos.com.br
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