02 novembro 2007

As aparências enganam...

5 comentários:

França disse...

Já conhecia. É simplesmente maravilhosoooo!

MJC disse...

Um arrepio permanente !
É impossível, aqui, não sermos ele.
Ou, sobretudo, o antes dele.
Vale a pena ousar, perseverar.
O depois ..., bem, já será mais difícil mas, ... a gente pode tentar.
Este foi o anexo que, em tempos, tentei mandar e falhei.
M.João

EFULGENTE PLENITUDE disse...

ESTOU EMOCIONADO...

Anónimo disse...

A questão não é só ousar, é também a forma com que o somos capazes de fazer... porque há vários níveis de emoções.

Flávio M. disse...

É efectivamente um vídeo circulante há poucos meses na Net, e que encerra na minha simples opinião uma mensagem profunda, que mais do que acicatar o amor-próprio ou desnudar o reino da aparência, sobreeleva o princípio da potencialidade e do acto. Todos os seres humanos possuem em si qualidades únicas, de natureza inata ou adquirida, capazes, suspensos ou omissos de manifestação conforme o jardim que os acolher. A verdadeira amizade é aquela que nos permite em liberdade, expressar sem inibição ou vaidade o que somos ou gostaríamos na sucessão do tempo de poder ter sido. Por detrás duma gargalhada ou da timidez dum sorriso existem sempre anseios imortais. Porque todos somos diferentes, mesmo amando e gostando de ser amados.
Depois há o desiderato da vontade, tantas vezes latente ou condicionado na ironia da necessidade. Como a máxima estóica de Séneca: "Não é porque as coisas são difíceis que nós não ousamos; é por nós não ousarmos que elas são difíceis".

Flávio M.