26 abril 2007

Novo Planeta igual à Terra

Novo planeta semelhante à Terra foi apresentado em Lisboa.

Paulo Crawford, coordenador científico do CAUL, assiste à ConferênciaA descoberta de um novo planeta fora do Sistema Solar com características semelhantes à Terra será hoje apresentada numa conferência no Observatório Astronómico de Lisboa. A apresentação estará a cargo do astrónomo francês Xavier Bonfils, investigador do Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa/Observatório Astronómico de Lisboa - Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (CAAUL/OAL-FCUL), que integra a equipa responsável pela descoberta.

Eugénia Carvalho, do Observatório Astronómico de Lisboa (OAL), indicou à Lusa que Xavier Bonfils irá apresentar as conclusões da investigação e divulgar uma imagem do planeta em questão. De acordo com a mesma fonte, o planeta descoberto tem "características semelhantes à Terra" como por exemplo uma "temperatura que pode chegar aos 40 graus Celsius". Esta característica, entre outras, faz com que haja "uma forte possibilidade" de existir vida neste planeta.

in, Ciência Hoje, Revista Digital

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24 abril 2007


Prevenção do pé diabético

O WalkinSense assume-se como o único dispositivo portátil no mundo para a prevenção do pé diabético que recolhe dados sobre a distribuição do peso do corpo na planta do pé e sobre a mobilidade, caracterizando os movimentos dos pacientes afectados pela diabetes.
A recolha de informação, através de sensores electrónicos, processa-se de modo simples, sem alterar o quotidiano ou o conforto do paciente, permitindo diagnosticar precocemente a doença. Simultaneamente, o dispositivo fornece informação quantificada para a prescrição de palmilhas ou sapatos – específicos para o paciente – de forma a evitar úlceras, amputações, ou outras complicações graves.

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Asma brônquica

O contacto por via respiratória com parasitas que contêm quitina, ou a inalação desta substância muito frequente na natureza, induzem em ratinhos uma inflamação muito semelhante à da asma brônquica, concluíram investigadores norte-americanos. Num estudo divulgado na edição on-line da revista Nature, uma equipa de cientistas da Universidade de São Francisco (Estados Unidos), chefiada por Richard Locksley, observou também no pulmão desses ratinhos o aparecimento de uma enzima (uma quitinase acídica) que, há cerca de três anos, outro grupo de investigadores demonstrou, num artigo publicado na revista Science, estar presente nas vias aéreas dos doentes asmáticos.

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17 abril 2007

T-Shirt do MFI


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O salazar e o Concurso da RTP

Dizer que Salazar foi bom Governante só pode ser admissível por comparação com as sofríveis políticas destes 30 anos de Democracia. Sobretudo, no que isso significa de mau funcionamento da justiça, da educação, da segurança, do ordenamento catastrófico do território urbano, etc., porque da constante crise económica em que andamos submergidos faz muitos anos, isso já lhes damos de barato.

Dizer que foi o melhor português de sempre, sabendo nós tratar-se de um velho, cinzento, decrépito, tirano, fascista, líder de um regime autoritário, opressor, sem permitir a liberdade de expressão, de reunião, onde imperava o lápis azul da censura, rodeado por uma polícia política feroz capaz das técnicas de tortura mais inadmissíveis, responsável por uma guerra colonial sem sustentação histórica, que ia destruindo vidas atrás de vidas, no corpo e na alma, e muitos etcetras porque agora não há tempo para mais.

Enfim, dizer que Salazar foi o melhor Português de sempre só é possível num povo inculto, pouco esclarecido, com enorme défice de compreensão da nossa História, que troca o acessório pelo fundamental, num concurso promovido por uma televisão mentecapta que vai servindo telenovelas e futebol nos horário nobre, de maior audiência como eles gostam de referir.

E eu até sou insuspeito porque gosto muito de futebol e percebo que haja quem goste muito de novelas. Agora, quando se trocam programas do António Barreto, ou da Fátima Ferreira, etc., pela novelazinha diária, ou por futebol em excesso, está tudo dito.

E depois queriam o quê?

O SALAZAR QUE SE LIXE, O MOVIMENTO DAS FORÇAS INTERROGATIVAS É FIXE!

Luis Santos
O Largo da Graça (blog)
Abril, 2007

15 abril 2007

"Portugal vale a pena"

Eu conheço um país que tem uma das mais baixas taxas de mortalidade de recém-nascidos do mundo, melhor que a média da União Europeia.

Eu conheço um país onde tem sede uma empresa que é líder mundial de tecnologia de transformadores.Mas onde outra é líder mundial na produção de feltros para chapéus.

Eu conheço um país que tem uma empresa que inventa jogos para telemóveis e os vende para mais de meia centena de mercados.
E que tem também outra empresa que concebeu um sistema através do qual você pode escolher, pelo seu telemóvel, a sala de cinema onde quer ir, o filme que quer ver e a cadeira onde se quer sentar.

Eu conheço um país que inventou um sistema biométrico de pagamentos nas bombas de gasolina e uma bilha de gás muito leve que já ganhou vários prémios internacionais.
E que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial, onde se fazem operações que não é possível fazer na Alemanha, Inglaterra ou Estados Unidos.
Que fez mesmo uma revolução no sistema financeiro e tem as melhores agências bancárias da Europa (três bancos nos cinco primeiros).

Eu conheço um país que está avançadíssimo na investigação da produção de energia através das ondas do mar.
E que tem uma empresa que analisa o ADN de plantas e animais e envia os resultados para os clientes de toda a Europa por via informática.

Eu conheço um país que tem um conjunto de empresas que desenvolveram sistemas de gestão inovadores de clientes e de stocks, dirigidos a pequenas e médias empresas.

Eu conheço um país que conta com várias empresas a trabalhar para a NASA ou para outros clientes internacionais com o mesmo grau de exigência.
Ou que desenvolveu um sistema muito cómodo de passar nas portagens das auto-estradas.
Ou que vai lançar um medicamento anti-epiléptico no mercado mundial.
Ou que é líder mundial na produção de rolhas de cortiça.
Ou que produz um vinho que "bateu" em duas provas vários dos melhores vinhos espanhóis.
E que conta já com um núcleo de várias empresas a trabalhar para a Agência Espacial Europeia. Ou que inventou e desenvolveu o melhor sistema mundial de pagamentos de cartões pré-pagos para telemóveis.
E que está a construir ou já construiu um conjunto de projectos hoteleiros de excelente qualidade um pouco por todo o mundo.

O leitor, possivelmente, não reconhece neste País aquele em que vive - Portugal. Mas é verdade. Tudo o que leu acima foi feito por empresas fundadas por portugueses, desenvolvidas por portugueses, dirigidas por portugueses, com sede em Portugal, que funcionam com técnicos e trabalhadores portugueses. Chamam-se, por ordem, Efacec, Fepsa, Ydreams, Mobycomp, GALP, SIBS, BPI, BCP, Totta, BES, CGD, Stab Vida, Altitude Software, Primavera Software, Critical Software, Out Systems, WeDo, Brisa, Bial, Grupo Amorim, Quinta do Monte d'Oiro, Activespace Technologies, Deimos Engenharia, Lusospace, Skysoft, Space Services.
E, obviamente, Portugal Telecom Inovação. Mas também dos grupos Pestana, Vila Galé, Porto Bay, BES Turismo e Amorim Turismo.

E depois há ainda grandes empresas multinacionais instaladas no País, mas dirigidas por portugueses, trabalhando com técnicos portugueses, que há anos e anos obtêm grande sucesso junto das casas mãe, como a Siemens Portugal, Bosch, Vulcano, Alcatel, BP Portugal, McDonalds (que desenvolveu em Portugal um sistema em tempo real que permite saber quantas refeições e de que tipo são vendidas em cada estabelecimento da cadeia norte-americana).

É este o País em que também vivemos.
É este o País de sucesso que convive com o País estatisticamente sempre na cauda da Europa, sempre com péssimos índices na educação, e com problemas na saúde, no ambiente, etc.
Mas nós só falamos do País que está mal. Daquele que não acompanhou o progresso. Do que se atrasou em relação à média europeia.

Está na altura de olharmos para o que de muito bom temos feito. De nos orgulharmos disso. De mostrarmos ao mundo os nossos sucessos - e não invariavelmente o que não corre bem, acompanhado por uma fotografia de uma velhinha vestida de preto, puxando pela arreata um burro que, por sua vez, puxa uma carroça cheia de palha.

E ao mostrarmos ao mundo os nossos sucessos, não só futebolísticos, colocamo-nos também na situação de levar muitos outros portugueses a tentarem replicar o que de bom se tem feito.

Porque, na verdade, se os maus exemplos são imitados, porque não hão-de os bons serem também seguidos?

Nicolau Santos,
Director - adjunto do Jornal Expresso In Revista Exportar

11 abril 2007

do Brasil, Francisco G. de Amorim

O AQUECIMENTO GLOBAL

O tema da atualidade. Mais importante do que a guerra no Iraque, Congo ou Darfur, a produção atômica no Irão e Coréia do Norte, mais ainda do que a fome no mundo. Estes ou aqueles podem morrer. Para quê o mundo preocupar-se, se daqui a um século, que passa num instantinho, vai estar tudo virado do avesso? Que esperem, enquanto os vivaços aproveitam e continuarão a vender armas.
Dizem os sábios, e bota sábio nisto, que os bons vinhos Merlot e Pinot Noir não tarda serão produzidos na Escócia, enquanto na região de Borgonha e Bordéus o café, os cocos e as bananas vão fazer a festa, que as cidades ribeirinhas vão ficar inundadas, porque daqui a 100 anos o nível do mar deve subir uns sessenta centímetros, os ursos polares desaparecerão, bem como umas quantas espécies de focas, etc., e mais etc.
Felizmente eu não estava vivo há 65 milhões de anos quando desapareceram os dinossauros. Já imaginaram, o pessoal todo a apontar para mim porque não salvei aqueles bichinhos?
Depois que o aquecimento estiver bem mais quentinho, vem a glaciação. Toda a Europa a norte dos Pirineus coberta de gelo. Como há 20.000 anos. Aí o vinho volta a ser produzido no Iraque, Egito e Sahara (as melhores marcas serão Sadamm - vinho forte e escuro, Cleópatra - doce como o vinho do Porto, e Kadaffi - de garrafa enfeitada, para turistas), os cocos, o café e as bananas retornam ao hemisfério sul, os pobres de hoje serão os ricos de amanhã, com os europeus do norte a esmolar com os seus Rolls-Royce conservados a 40° negativos, bem com o palácio de Buckinham, o Louvre e a porta de Brandenburg onde, in illo tempore houve um muro a separar a Europa, como ainda há na Palestina e entre os EUA e México.
É o ciclo da vida. Aquece, arrefece, congela, descongela, sobem uns povos, baixam outros, os séculos e os milênios passam e os homens querem encontrar sábias explicações humanas para aquilo que faz parte da vida e são os desígnios do Criador. Terremotos, tsunamis, vulcões, dilúvios, etc., só que agora o homem está a ajudar um pouco a acelerar esse processo.
A maioria culpa o CO2 por todo o mal do planeta, para descarregarem em cima dos EUA, enquanto outros homens de ciência entendem que o maior mal é o vapor de água na atmosfera. Há quem afirme que a salvação da energia elétrica está nas usinas nucleares, que expelem toneladas de vapor de água que se vai misturar ao tal CO2 para ajudar a aumentar o buraco de ozono, outros ainda culpam a devastação das florestas, que não devem representar hoje nem 0,5% do que terão sido há uns milhares anos (como o Sahara), e por aí vai o choro da ciência.
Mas a renovação da face da Terra... isso é mais complicado. Não se renova a face da nossa Terra sem que primeiro nos renovemos interiormente. No espírito. No Espírito, que dá a Vida. Se nos renovarmos e entendermos de verdade que somos todos da mesma família, todos os seres viventes, e que assim nos devemos respeitar e entre ajudar, então podemos ter a certeza de que é possível renovar a face da Terra.
Mas quem vai querer isso tendo os cofres a receber constantemente toneladas de ouro?
Onde mandar o ouro o Espírito será repelido.

7 abr. 07

10 abril 2007

De pés dados



VIVER NA TERRA É CARO, MAS INCLUI UMA VIAGEM ANUAL GRÁTIS À VOLTA DO SOL.

07 abril 2007

Paul Simon - Graceland

O Salazar que se lixe,
o Movimento das Forças Interrogativas é Fixe!

Páscoa: pormenores, pão e perfume



Conto-vos como foi o milagre:

Sabem como são as cidades, sabem como é a cidade: fumo de escapes, gente a dormir na rua, autocarros atrasados e sem conforto, mau atendimento nos locais públicos, trânsito caótico, pessoas de olhar vago, longínquo, como autómatos de filme de ficção científica, dejectos de animais pelo chão, pedras soltas nas calçadas, carros nos passeios, bancos e caixas Multibanco e publicidade por todo o lado em vez de jardins ou outros espaços convivenciais, enfim, uma espécie de manicómio. Face a isto, não temos muitas alternativas. Ou morremos, ou adormecemos como os tais autómatos, ou optamos pela terceira "alTREnativa", e temos de nascer outra vez, pela terceira vez (a primeira foi quando nascemos, a segunda quando sobrevivemos, e agora... esta): há quem lhe chame ressuscitar, houve um que até experimentou há dois milhares de anos, ou que pelo menos tentou, dizem que resultou, mas ainda hoje não se sabe o que lhe aconteceu. Talvez o que importa seja essa memória vaga do mito, esse relato de um episódio da história, ou da mitologia da humanidade, essa crença, para alguns, de que um ser se soltou da prisão, essa esperança em forma de símbolo. Andamos por aí, na cidade, e às vezes, por esta época a que chamam Páscoa (mas que pode ocorrer em qualquer altura, em qualquer estação do ano, em qualquer momento do dia ou da noite, porque a Páscoa é como o Natal, quando a gente quiser) os olhos abrem-se vagamente para sombras, vemos nuvens, passamos pelo meio de vultos, uma força invisível impele-nos para um lugar ainda não conhecido da cidade, um lugar onde a beleza habita. Abrem-se-nos os olhos e não vemos o todo, passamos pelas montras cheias de ovos de chocolate embrulhados em pratas coloridas mas já não somos sensíveis à monotonia do comércio, apercebemo-nos de pequenos pormenores: um azulejo muito belo, uma varanda de ferro forjado num rendilhado interessante, uma brisa no cabelo, a cor do céu, as formas das nuvens, o tom mutante do rio, um perfume de pão, um cheiro a coentros, um perfume de flores… de laranjeira! Nós, que nos pensávamos a sonhar, abrimos então os olhos, quando nos apercebemos que estes odores são demasiado reais para serem de um sonho. Estamos… em Sapadores!, uma das zonas mais abandonadas e degradadas da cidade, mas de mil padarias (só pode ser!) desprende-se o perfume de pão cozido que nos conforta as memórias desde que aparecemos neste planeta, e do mercado recolhemos pelo nariz a agradável presença dos frutos, dos legumes e das ervas de cheiro; saindo do mercado e atravessando a rua, entra-nos pelas narinas o aroma quente, terapêutico e milagroso das laranjeiras ali mesmo do outro lado da estrada, ao pé do pavilhão gimnodesportivo.
E foi assim. Este ano já tive a minha Páscoa, tudo o que vier a mais é um bem acolhido suplemento, mas a minha história de ressurreição já ninguém me tira. Também querem? Apanhem o 35 ou o 26 e vêm até Sapadores. Depois de passarem pelas sombras (sim, sim, é um percurso iniciático), pelas nuvens e pelos vultos, a coisa acontece. O caminho da ressurreição não é linear. Mas depois, podem entrar em qualquer pastelaria e comprar um ovo de Páscoa ficando a comê-lo devagarinho à vista do rio, lá em baixo.
Partilho convosco a pose que uma das laranjeiras, que as inúmeras flores fizeram para mim. O perfume, só mesmo experimentá-lo… Tenham uma Feliz Páscoa em qualquer canto da cidade, do país, do planeta ou do vosso coração.


www.risocordetejo.blogspot.com

06 abril 2007


Na brisa da manhã

Cotovias

Dançam no alto do céu


hAiKu, de 'Hoshima Ryota'
(enviado pelo amigo Eduardo Espírito Santo)

03 abril 2007

No Largo da Graça

(...)

Parece estar a emergir uma questão interessante que é a da necessidade de se pensar seriamente numa Reforma do Poder Autárquico.

O Poder Autárquico, uma das conquistas populares do 25 de Abril, tal como está instituído, tem-se revelado nestes quase 33 anos mais uma fonte de despesas inúteis, de impostos sacados do nosso bolso que começam a ultrapassar a razoabilidade, do fortalecimento do caciquismo local, de compadrios partidários pouco democráticos, corrupção desmedida, especulação imobiliária, ordenamento urbano vergonhoso, entre um conjunto também imenso de coisas boas, porque como dizia ontem um amigo meu não existem só coisas más.

Não se contesta o direito que as populações têm à auto-organização, cultural, social, política, etc., no que isso se traduz em descentralização do poder e capacidade de decisão nas formas de desenvolvimento local. Agora este "regabofe" a que temos vindo a assitir, é que não dá.

É necessário pensarmos numa re-organização mais eficaz e menos dispendiosa da Lei do Poder Autárquico. Mas será que ainda existe por aqui alguém que consiga pensar sem complicar e sem burocratizar? As sucessivas reformas políticas a que temos assistido nestes últimos 30 anos, na educação, na saúde, na segurança social, na justiça, na administração pública… deixam, de facto, muito a desejar.

E quem é que vai fazer a reforma do poder local? Nós já começámos... veremos quem põe o próximo tijolo. Esperemos que seja tudo pessoal bem intencionado. O resultado será aquele que as capacidades permitirem, como sempre.

"Como é que se pode acabar com a partidocracia em que vivemos sem acabar com a democracia?" (José Ferro)

Devo confessar que simpatizo com a interrogação, mas receio bem que estejamos perante um postulado irresolúvel.

De facto, os partidos políticos, muito particularmente a nível autárquico, vão servindo, sobretudo, as suas clientelas, em vez de servirem a população em geral, e tudo fazem para evitar que os grupos ideologicamente adversos conquistem prestígio. Nisto se traduz em larga medida o que se vem designando como Regime Democrático, o tal que é o melhor dos regimes, há falta de um outro que seja melhor. Será?

É claro que a Democracia é um saco muito grande onde cabe muita coisa distinta, onde se misturam ideais de tendência mais liberal ou mais democrática, mais ou menos capitalista, mais na esfera do público ou do privado.

A isto deve acrescentar-se que, sobretudo, ao nível local temos ainda que contar muitas vezes com a má formação e incompetência dos líderes políticos e de muitos que os rodeiam.

Todo este conjunto de promiscuidades e incompetências provocam o cansaço e a desilusão face à partidocracia. Mas não nos resta alternativa que não seja ir participando no jogo democrático, dando a contribuição possível a uma melhor organização colectiva...

in, O Largo da Graça, O que eu quero é ver Lisboa a arder, Fev./Março, 2007