
20 janeiro 2008
Centro de Estudos Agostinho da Silva - Cursos
CENTRO DE ESTUDOS AGOSTINHO DA SILVA - CURSOS
INTRODUÇÃO À LITERATURA PORTUGUESA: O SÉCULO XX
Duarte Drumond Braga
(5 sessões, a partir de 22 de Janeiro, sempre às terças, 18h-19,30h)
1. António Nobre, Cesário Verde e a modernidade poética
2. Raul Brandão, Os Pobres
3. Teixeira de Pascoaes, o Pobre Tolo
4. Introdução a Fernando Pessoa5. Alberto Caeiro, O Guardador de Rebanhos
UMA VIAGEM POR FERNANDO PESSO AIniciação à obra-experiência pessoana
Paulo Borges
(8 sessões, a partir de 25 de Janeiro, 6ªs feiras, 18.00-19.30)
"Perco-me todo de mim, já não vos pertenço, sou vós"– Álvaro de Campos
O Curso visa proporcionar uma vivência psicodramática e reflexiva de alguns dos aspectos fundamentais da obra-experiência pessoana, mediante a leitura comentada de textos seleccionados, assumindo-os como pro-vocação ao mergulho no abismo de si.
1. "Something in me was born before the stars / And saw the sun begin from far away. / […] It dates remoter than God's birth can reach […]" - Pré-existir ao mundo e a Deus, saudade e transmigração cósmica na poesia inglesa.
2. "O abismo é o muro que tenho / Ser eu não tem um tamanho", "Ser outro constantemente" - Vazio, omnipresença e outração do eu; o viajar-se heteronímico no Fernando Pessoa ortónimo.
3. "O essencial é saber ver, / Saber ver sem estar a pensar" – A (im)possível serenidade do "homem verdadeiro e primitivo" em Alberto Caeiro.
4. "Para ser grande, sê inteiro: nada / Teu exagera ou exclui"; "Senta-te ao sol. Abdica / E sê rei de ti próprio" – Integridade, desprendimento e soberania em Ricardo Reis.
5. "Ah não ser eu toda a gente e toda a parte !" - Do terrível "mistério" de "haver ser" à ânsia de "sentir tudo de todas as maneiras" em Álvaro de Campos.
6. "Reparei, num relâmpago íntimo, que não sou ninguém. Ninguém, absolutamente ninguém"; "Posso imaginar-me tudo, porque não sou nada" – Vacuidade do eu e ilimitada ilusão de si em Bernardo Soares.
7. "O futuro de Portugal […] é sermos tudo"; "É a Hora !" – Do "transcendentalismo panteísta" às "Índias Espirituais" e ao Quinto Império, do "Supra-Camões" ao neo-sebastianismo e ao regresso em todos do Rei Encoberto.
8 – Pessoa em nós: a loucura lúcida e a pro-vocação ao "Caminho da Serpente" – experimentar e transcender "todas as coisas", compreender a sua "vacuidade" e "ilusão" e não parar em "Deus".
Inscrições (até à primeira sessão):
Associação Agostinho da Silva, Rua do Jasmim, 11, 2º andar – 1200-228 Lisboa;
E-Mail: AgostinhodaSilva@mail.pt;
Tel.: 21 3422783 / 96 7044286;
http: www.agostinhodasilva.pt--
INTRODUÇÃO À LITERATURA PORTUGUESA: O SÉCULO XX
Duarte Drumond Braga
(5 sessões, a partir de 22 de Janeiro, sempre às terças, 18h-19,30h)
1. António Nobre, Cesário Verde e a modernidade poética
2. Raul Brandão, Os Pobres
3. Teixeira de Pascoaes, o Pobre Tolo
4. Introdução a Fernando Pessoa5. Alberto Caeiro, O Guardador de Rebanhos
UMA VIAGEM POR FERNANDO PESSO AIniciação à obra-experiência pessoana
Paulo Borges
(8 sessões, a partir de 25 de Janeiro, 6ªs feiras, 18.00-19.30)
"Perco-me todo de mim, já não vos pertenço, sou vós"– Álvaro de Campos
O Curso visa proporcionar uma vivência psicodramática e reflexiva de alguns dos aspectos fundamentais da obra-experiência pessoana, mediante a leitura comentada de textos seleccionados, assumindo-os como pro-vocação ao mergulho no abismo de si.
1. "Something in me was born before the stars / And saw the sun begin from far away. / […] It dates remoter than God's birth can reach […]" - Pré-existir ao mundo e a Deus, saudade e transmigração cósmica na poesia inglesa.
2. "O abismo é o muro que tenho / Ser eu não tem um tamanho", "Ser outro constantemente" - Vazio, omnipresença e outração do eu; o viajar-se heteronímico no Fernando Pessoa ortónimo.
3. "O essencial é saber ver, / Saber ver sem estar a pensar" – A (im)possível serenidade do "homem verdadeiro e primitivo" em Alberto Caeiro.
4. "Para ser grande, sê inteiro: nada / Teu exagera ou exclui"; "Senta-te ao sol. Abdica / E sê rei de ti próprio" – Integridade, desprendimento e soberania em Ricardo Reis.
5. "Ah não ser eu toda a gente e toda a parte !" - Do terrível "mistério" de "haver ser" à ânsia de "sentir tudo de todas as maneiras" em Álvaro de Campos.
6. "Reparei, num relâmpago íntimo, que não sou ninguém. Ninguém, absolutamente ninguém"; "Posso imaginar-me tudo, porque não sou nada" – Vacuidade do eu e ilimitada ilusão de si em Bernardo Soares.
7. "O futuro de Portugal […] é sermos tudo"; "É a Hora !" – Do "transcendentalismo panteísta" às "Índias Espirituais" e ao Quinto Império, do "Supra-Camões" ao neo-sebastianismo e ao regresso em todos do Rei Encoberto.
8 – Pessoa em nós: a loucura lúcida e a pro-vocação ao "Caminho da Serpente" – experimentar e transcender "todas as coisas", compreender a sua "vacuidade" e "ilusão" e não parar em "Deus".
Inscrições (até à primeira sessão):
Associação Agostinho da Silva, Rua do Jasmim, 11, 2º andar – 1200-228 Lisboa;
E-Mail: AgostinhodaSilva@mail.pt;
Tel.: 21 3422783 / 96 7044286;
http: www.agostinhodasilva.pt--
17 janeiro 2008
16 janeiro 2008
Uma Língua de Fogo
19.
Abraço
Prometes
que se eu abrir o coração contigo
tu não vais rir?
se eu me desinibir e disser coisas sem sentido,
coisas que só se dizem a um amigo,
que não vais ser frio, e vais até tentar gostar?
E mesmo que seja um poema tolo
que pareça coisa de louco,
de alguém que não está no estado certo,
prometes que não vais fazer pouco?
Prometes?
E se eu te entregar o meu pobre olhar?
se eu disser que é longe
e estar-se mesmo a ver que é perto?
não me vais tentar dizer
que estou estranho, e que não percebo
a dimensão nem o tamanho?
Prometes?
E se eu não conseguir falar,
se disser as coisas a gaguejar?
Vais tentar compreender?
Vais tentar ouvir, a sorrir
sem pensar mal de mim?
Mesmo se eu fizer um ar de entendido
prometes, mesmo assim que poderei ser teu amigo?
Prometes?
Abraço
Prometes
que se eu abrir o coração contigo
tu não vais rir?
se eu me desinibir e disser coisas sem sentido,
coisas que só se dizem a um amigo,
que não vais ser frio, e vais até tentar gostar?
E mesmo que seja um poema tolo
que pareça coisa de louco,
de alguém que não está no estado certo,
prometes que não vais fazer pouco?
Prometes?
E se eu te entregar o meu pobre olhar?
se eu disser que é longe
e estar-se mesmo a ver que é perto?
não me vais tentar dizer
que estou estranho, e que não percebo
a dimensão nem o tamanho?
Prometes?
E se eu não conseguir falar,
se disser as coisas a gaguejar?
Vais tentar compreender?
Vais tentar ouvir, a sorrir
sem pensar mal de mim?
Mesmo se eu fizer um ar de entendido
prometes, mesmo assim que poderei ser teu amigo?
Prometes?
10 janeiro 2008
08 janeiro 2008
P. António Vieira 400 anos (1608-2008)
O QUINTO IMPÉRIO
Há muito António Vieira escreve em segredo um livro sobre o V Império, inspirado pelas profecias bíblicas, mas em que o Bandarra se integra, tal o apreço em que Vieira o tem. O velho sonho: dar a Portugal a sua grandeza antiga.
Estudando profundamente as Escrituras e todos os Santos que falam do imperador que Jesus prometera à Igreja, o jesuíta está firmemente convencido que o V Império só pode ser português (os anteriores tinham sido o dos assírios, o dos persas, o dos gregos e o dos romanos).
Baseado nas palavras de Jesus ao rei Afonso Henriques na batalha de Ourique (na época, uma verdade incontestada), "quero em ti e na tua geração criar um império para mim", António Vieira crê que o rei escolhido é o Encoberto, até aí D. Sebastião. Perdida essa esperança, o pregador interpreta a linguagem vaga e esotérica das profecias para concluir que esse rei é agora D. João IV. O Quinto Império seria de ordem temporal e espiritual. Em ambos os campos, Portugal seria o guia para que se extirpassem as seitas infiéis, se reformasse a cristandade, se estabelecesse a paz em todo o mundo, através de um Sumo Pontífice santíssimo.
Esta construção ideal de António Vieira, prodígio imaginativo e delirante, começaria a tornar-se realidade se o príncipe herdeiro português casasse com a herdeira do trono castelhano. Iniciar-se-ia o Império, com Castela e Portugal sob o mesmo rei. Com novas e confusas efabulações António Vieira transfere o Encoberto para o príncipe D. Teodósio.
O rei é seduzido pelo plano. Envia Vieira a Roma para os primeiros contactos com o embaixador espanhol na cidade papal. Mas o diplomata não rejubila com a proposta. Vê nela um ardil que desconhece.
O Conde-duque de Olivares que governa Espanha fica, igualmente de pé atrás. Sabe que Vieira, nos anos anteriores andara por França e Holanda a intrigar contra os castelhanos. A sua visão curta não detecta o ponto fraco do plano português: obviamente, a aliança colocaria Portugal na dependência de Espanha, tal a diferença de poderio entre as duas nações. Pensa que a proposta revela a fraqueza das armas portuguesas e decide usar a força para derrubar D. João IV. Saiu-se mal, como o provou a História.
Mas Vieira levava uma missão sigilosa: apoiar os napolitanos, então sob o domínio de Castela, na sua revolta. O embaixador espanhol descobre a intenção e manda matar o jesuíta que escapa à morte por ter sido avisado a tempo. O plano falhava totalmente. Regressa a Portugal em 1649 - o ano em que o padre jesuíta Martim Leitão o denuncia à Inquisição, pela primeira vez.
Em Lisboa, os muitos inimigos de Vieira conspiram contra ele junto do rei já desagradado com a falta de previsão no caso de Pernambuco e agora com o malogro do casamento. Aparentemente, porém, as relações entre D. João IV e Vieira mantém-se inalteráveis. Até que, em Novembro de 1651, D. Teodósio, de quem o padre era preceptor, resolve, sem conhecimento nem autorização do pai, fazer uma incursão pelo Alentejo para tomar contacto com a guerra que ali se encarniça. Atribui-se a Vieira a instigação de tal atitude. E D. João IV afasta-o, delicadamente, do seu convívio.
É o momento que a Companhia de Jesus espera: em Novembro de 1652 ordena-lhe que regresse ao Brasil, como missionário no Maranhão. Desta vez, o rei nada faz para contrariar a sua partida.
www.vidaslusofonas.pt
Há muito António Vieira escreve em segredo um livro sobre o V Império, inspirado pelas profecias bíblicas, mas em que o Bandarra se integra, tal o apreço em que Vieira o tem. O velho sonho: dar a Portugal a sua grandeza antiga.
Estudando profundamente as Escrituras e todos os Santos que falam do imperador que Jesus prometera à Igreja, o jesuíta está firmemente convencido que o V Império só pode ser português (os anteriores tinham sido o dos assírios, o dos persas, o dos gregos e o dos romanos).
Baseado nas palavras de Jesus ao rei Afonso Henriques na batalha de Ourique (na época, uma verdade incontestada), "quero em ti e na tua geração criar um império para mim", António Vieira crê que o rei escolhido é o Encoberto, até aí D. Sebastião. Perdida essa esperança, o pregador interpreta a linguagem vaga e esotérica das profecias para concluir que esse rei é agora D. João IV. O Quinto Império seria de ordem temporal e espiritual. Em ambos os campos, Portugal seria o guia para que se extirpassem as seitas infiéis, se reformasse a cristandade, se estabelecesse a paz em todo o mundo, através de um Sumo Pontífice santíssimo.
Esta construção ideal de António Vieira, prodígio imaginativo e delirante, começaria a tornar-se realidade se o príncipe herdeiro português casasse com a herdeira do trono castelhano. Iniciar-se-ia o Império, com Castela e Portugal sob o mesmo rei. Com novas e confusas efabulações António Vieira transfere o Encoberto para o príncipe D. Teodósio.
O rei é seduzido pelo plano. Envia Vieira a Roma para os primeiros contactos com o embaixador espanhol na cidade papal. Mas o diplomata não rejubila com a proposta. Vê nela um ardil que desconhece.
O Conde-duque de Olivares que governa Espanha fica, igualmente de pé atrás. Sabe que Vieira, nos anos anteriores andara por França e Holanda a intrigar contra os castelhanos. A sua visão curta não detecta o ponto fraco do plano português: obviamente, a aliança colocaria Portugal na dependência de Espanha, tal a diferença de poderio entre as duas nações. Pensa que a proposta revela a fraqueza das armas portuguesas e decide usar a força para derrubar D. João IV. Saiu-se mal, como o provou a História.
Mas Vieira levava uma missão sigilosa: apoiar os napolitanos, então sob o domínio de Castela, na sua revolta. O embaixador espanhol descobre a intenção e manda matar o jesuíta que escapa à morte por ter sido avisado a tempo. O plano falhava totalmente. Regressa a Portugal em 1649 - o ano em que o padre jesuíta Martim Leitão o denuncia à Inquisição, pela primeira vez.
Em Lisboa, os muitos inimigos de Vieira conspiram contra ele junto do rei já desagradado com a falta de previsão no caso de Pernambuco e agora com o malogro do casamento. Aparentemente, porém, as relações entre D. João IV e Vieira mantém-se inalteráveis. Até que, em Novembro de 1651, D. Teodósio, de quem o padre era preceptor, resolve, sem conhecimento nem autorização do pai, fazer uma incursão pelo Alentejo para tomar contacto com a guerra que ali se encarniça. Atribui-se a Vieira a instigação de tal atitude. E D. João IV afasta-o, delicadamente, do seu convívio.
É o momento que a Companhia de Jesus espera: em Novembro de 1652 ordena-lhe que regresse ao Brasil, como missionário no Maranhão. Desta vez, o rei nada faz para contrariar a sua partida.
www.vidaslusofonas.pt
Luiz Pacheco (1925-2008)

Nascido em 1925, faleceu sábado à noite, aos 82 anos.
- «O paradoxo de duas pernas» ou «Luiz Pacheco é ... Luíz Pacheco», segundo Saramago, são apenas algumas das definições atribuídas ao homem/ escritor/ editor/ crítico literário que, tal «como um meteorito, passou pelo céu de Lisboa, rebentou e ficou em milhares de pedaços incandescentes, que foram caindo, e ainda hoje caem... ».
in, dialogos_lusofonos@yhaoogrupos.com.br
ler mais em:
http://www.agal-gz.org/modules.php?name=News&file=article&sid=4018&mode=&order=0&thold=0
- «O paradoxo de duas pernas» ou «Luiz Pacheco é ... Luíz Pacheco», segundo Saramago, são apenas algumas das definições atribuídas ao homem/ escritor/ editor/ crítico literário que, tal «como um meteorito, passou pelo céu de Lisboa, rebentou e ficou em milhares de pedaços incandescentes, que foram caindo, e ainda hoje caem... ».
in, dialogos_lusofonos@yhaoogrupos.com.br
ler mais em:
http://www.agal-gz.org/modules.php?name=News&file=article&sid=4018&mode=&order=0&thold=0
07 janeiro 2008
06 janeiro 2008
Notícias de Maputo
A edição de hoje do jornal "Notícias" de Maputo, cita a Governadora da Província de Maputo como tendo dito que a seca prolongada põe em risco a alimentação de 65 mil pessoas no território que administra.
Com 20 sistemas de rega já a funcionar, a Governadora Telma Pereira afirmou que estão em fase de conclusão mais dez desses sistemas nos distritos de Nammacha, Boane, Marracuene e Matatuíne.
No entanto, houve uma diminuição na produção de cereais e feijão, que são precisamente a base da alimentação das populações.
Leia mais em http://www.jornalnoticias.co.mz/pls/notimz2/getxml/pt/contentx/102174
Margarida Castro
dialogos_lusofonos@yhaoogrupos.com.br
Com 20 sistemas de rega já a funcionar, a Governadora Telma Pereira afirmou que estão em fase de conclusão mais dez desses sistemas nos distritos de Nammacha, Boane, Marracuene e Matatuíne.
No entanto, houve uma diminuição na produção de cereais e feijão, que são precisamente a base da alimentação das populações.
Leia mais em http://www.jornalnoticias.co.mz/pls/notimz2/getxml/pt/contentx/102174
Margarida Castro
dialogos_lusofonos@yhaoogrupos.com.br
05 janeiro 2008
3º encontro açoreano da lusofonia
Cremos que seria de muito interesse ter uma participação sua no 3º Encontro Açoriano da Lusofonia que terá lugar de 8 a 11 de Maio em Lagoa, S. Miguel, Açores.
Nós entendemos a Lusofonia como suprarracial, supradisciplinar, supranacional - e como tal - uma intervenção sua seria muito apreciada no meio dos académicos e literatos que nos virão visitar em Maio de 2008
Junta-se uma pequena introdução, as demais informações sobre este evento subsídio-independente estão em http://LUSOFONIAZORES2008.com.sapo.pt
Lembra-se que a data limite para entrega de sinopses e biodados com a proposta de apresentação de trabalho é a 15 de Fevereiro de 2008
com os melhores cumprimentos
ENCONTROS AÇORIANOS DA LUSOFONIA,
8-11 Maio 2008O
Presidente da Comissão Executiva
J. CHRYS CHRYSTELLO
Nós entendemos a Lusofonia como suprarracial, supradisciplinar, supranacional - e como tal - uma intervenção sua seria muito apreciada no meio dos académicos e literatos que nos virão visitar em Maio de 2008
Junta-se uma pequena introdução, as demais informações sobre este evento subsídio-independente estão em http://LUSOFONIAZORES2008.com.sapo.pt
Lembra-se que a data limite para entrega de sinopses e biodados com a proposta de apresentação de trabalho é a 15 de Fevereiro de 2008
com os melhores cumprimentos
ENCONTROS AÇORIANOS DA LUSOFONIA,
8-11 Maio 2008O
Presidente da Comissão Executiva
J. CHRYS CHRYSTELLO
03 janeiro 2008
Uma Língua de Fogo
18.
INICIAÇÃO
Alegria
desocupação
ir para dentro
meditar, contemplar
agir com alegria
feito uma borboleta
que resulta em furacão
como resultado da acção
Ser um dócil e alegre furacão
não sendo
funcionando por encomenda
ou por serviço
feito um noviço
um iniciado à solta
sem escolta, nem escola
que faz uns poemas
e passa por duras penas
mas que aposta numa vida alegre
através de uma vida sadia
onde o que mais conta é a alegria.
INICIAÇÃO
Alegria
desocupação
ir para dentro
meditar, contemplar
agir com alegria
feito uma borboleta
que resulta em furacão
como resultado da acção
Ser um dócil e alegre furacão
não sendo
funcionando por encomenda
ou por serviço
feito um noviço
um iniciado à solta
sem escolta, nem escola
que faz uns poemas
e passa por duras penas
mas que aposta numa vida alegre
através de uma vida sadia
onde o que mais conta é a alegria.
02 janeiro 2008
Moçambique, um lugar a visitar
A edição de, quarta-feira, 12 de Dezembro, New York Times, indica Moçambique como um lugar a visitar em 2008, com especial referência ao Bazaruto, na província de Inhambane.
Numa lista de 53 destinos turísticos, Moçambique aparece em n.º 31, antes da cidade de Kuwait e da estância suíça de ski de Verbier.
"Desde a independência em 1975, Moçambique passou de uma sociedade em guerra para uma das histórias de sucesso económico em África. Agora, as suas 1500 milhas (2400 Kms) de costa intacta foi actualizada para um destino turístico comercial favorável. Alojamentos de primeira classe, com baixo impacto ambiental, foram construídos no Arquipélago do Bazaruto, habitat de dugongos em perigo de extinção, corais e mangal."
Ver lista emhttp://travel.nytimes.com/2007/12/09/travel/09where.html?pagewanted=1
Extenso artigo de quatro páginas sobre Moçambique em http://travel.nytimes.com/2005/05/29/travel/29mozam.html?_r=1&oref=slogin
retirado de http://groups.msn.com/k2ohbqmal0oreimb3r1uq1jlo6/general.msnw?action=get_message&mview=0&ID_Message=53683&LastModified=4675651766985010977
Margarida Castro
Numa lista de 53 destinos turísticos, Moçambique aparece em n.º 31, antes da cidade de Kuwait e da estância suíça de ski de Verbier.
"Desde a independência em 1975, Moçambique passou de uma sociedade em guerra para uma das histórias de sucesso económico em África. Agora, as suas 1500 milhas (2400 Kms) de costa intacta foi actualizada para um destino turístico comercial favorável. Alojamentos de primeira classe, com baixo impacto ambiental, foram construídos no Arquipélago do Bazaruto, habitat de dugongos em perigo de extinção, corais e mangal."
Ver lista emhttp://travel.nytimes.com/2007/12/09/travel/09where.html?pagewanted=1
Extenso artigo de quatro páginas sobre Moçambique em http://travel.nytimes.com/2005/05/29/travel/29mozam.html?_r=1&oref=slogin
retirado de http://groups.msn.com/k2ohbqmal0oreimb3r1uq1jlo6/general.msnw?action=get_message&mview=0&ID_Message=53683&LastModified=4675651766985010977
Margarida Castro
01 janeiro 2008
No próximo dia 9 de Janeiro, pelas 18.30, terá lugar o segundo encontro de Meditação Inter-Religiosa, desta vez organizado pela Associação Agostinho da Silva, no Salão Nobre da Junta de Freguesia das Mercês, na Rua do Jasmim, nº 11, 2º andar.
Divulguem o mais amplamente possível esta iniciativa que visa alimentar o diálogo no silêncio profundo do Coração.
Um Bom Ano Novo solar para todos, bem Desperto, pleno de Sabedoria e Compaixão por todos os seres sensíveis !
Paulo Borges
Divulguem o mais amplamente possível esta iniciativa que visa alimentar o diálogo no silêncio profundo do Coração.
Um Bom Ano Novo solar para todos, bem Desperto, pleno de Sabedoria e Compaixão por todos os seres sensíveis !
Paulo Borges
Subscrever:
Mensagens (Atom)



